segunda-feira, 10 de maio de 2010

Amamentar na gravidez




Estava com uma dúvida horrorosa, pois meu baby Pedro Henrique de 09 meses, ainda é louco por mamar no peito. E a pouco mais de duas semanas descobri que estou grávida. A minha obstetra recomendou para ir tirando o peito aos poucos. Só que ele é um trituradorzinho...não dá nenhum sinal de querer largar. E eu como mãezona que sou entrei no maior dilema do mundo. Afinal de contas não quero prejudicar nenhum dos meus babies. Pesquisando na internet descobri uma associação chamada:
Ela tem como missão:(tá em inglês para que não entender é só clicar no tradutor)



Our Mission is to help mothers worldwide to breastfeed through mother-to-mother support, encouragement, information, and education, and to promote a better understanding of breastfeeding as an important element in the healthy development of the baby and mother.

E o texto que encontrei diz o seguinte:
(achei ele traduzido...tem uns errinhos que peço que desconsiderem...pois o tempo tá curto para ficar corrigindo texto.)

O fato de estar grávida não significa que terá de desmamar o seu bebé. Muitas mamãs decidem continuar a amamentar durante a gravidez, outras decidem desmamar, a informação que se segue pode ajudar a mãe a decidir o que é melhor para si e para a sua família.

Familiares, amigos e profissionais de saúde poderão expressar dúvidas relativamente ao aleitamento materno durante a gravidez, uma das preocupações é que poderá estar a arriscar a saúde do bebé que se está a gerar. É importante saber que numa gravidez normal, não há provas de que manter a amamentação irá privar o nascituro dos nutrientes necessários. Relativamente às contracções que a amamentação pode provocar, a LLL responde da seguinte forma: "Apesar das contracções uterinas serem vivenciadas durante a amamentação, eles são uma parte normal da gravidez... As contracções uterinas também ocorrem durante a actividade sexual, e a maioria dos casais continuam durante a gravidez." "Actualmente, não existem orientações médicas específicas que definem em que situações poderá ser arriscado continuar a amamentação durante a gravidez, e os profissionais de saúde variam amplamente as suas recomendações".

Durante a gravidez é normal precisar de descanso extra, amamentar deitada poderá ser uma forma de obter esse descanso. Se tiver um local seguro para si e para o seu bebé, com almofadas ou colchões no chão, permitir-lhe-á descansar enquanto que o seu bebé brinca entre as mamadas, ou até poderão ambos dormir uma sesta após o momento da mamada.

Algumas mães ficam com os mamilos mais sensíveis durante a gravidez. Alterar a posição em que amamenta, e utilizar exercícios de respiração poderão ajudá-la a diminuir a sensibilidade mamária. Se o seu filho tiver idade suficiente, você pode pedir-lhe para mamar mais calmamente e por períodos mais curtos, isto pode ajudar com a sensibilidade nos mamilos e com a necessidade de descanso extra.

É possível que a produção de leite diminua por volta do 4º ou 5º mês de gestação, se o seu bebé tem menos de um ano de idade, é aconselhável ir verificando o peso para confirmar se está a receber a quantidade de leite suficiente. Também é comum o sabor do leite alterar e estas alterações poderão fazer com que o bebé mame menos vezes, ou vá desmamando naturalmente.

Se você decidir que quer desmamar o seu bebé, é mais aconselhável fazê-lo gradualmente. A técnica de “não oferecer, não recusar” é a que tem resultado na maioria das mães, tente prever quando o seu bebé vai pedir para mamar e distraia-o com uma brincadeira ou com um snack saudável. Evite sentar-se nos locais que o bebé possa associar a mamar, e dê-lhe o máximo de atenção e mimos nesta altura. Lembre-se que o desmame pode não ser fácil, por vezes manter a amamentação na gravidez acaba por ser a opção mais conveniente.

Depois do bebé mais novo nascer, é comum que o mais velho mesmo após o desmame queira provar o leite ou queira voltar a mamar, alguns podem não se lembrar de como mamar, outros podem estranhar o sabor do leite, e outros podem ficar felizes por voltar a mamar. Se não quiser voltar a amamentar o mais velho, o melhor será dar-lhe a provar o leite com um copo ou colher.
Se você optar por continuar a amamentar durante a gravidez, depois poderá acontecer que amamente ambos os bebés ao mesmo tempo – a isto chama-se amamentação em tandem e muitas mães acabam por fazê-lo com gosto e assim podem satisfazer as necessidades de ambas as crianças.

Se tiver dúvidas ou precisar de ajuda extra procure uma conselheira ou consultora em aleitamento materno que poderão dar-lhe apoio e informação sobre amamentação durante a gravidez, ou amamentação em tandem.

Informação traduzida de La Leche League por APPM



Além dessa pesquisa, sai pesquisando e achei outras informações que me deixaram bem FELIZES: (fonte: http://www.amigasdopeito.org.br)

A pergunta feita foi se amamentar na gravidez teria algum problema:

Para o feto… nenhuma. Para você, nenhuma. Para o bebê que mama, nenhuma… desde que você se alimente e curta isto. Algumas pessoas sentem que necessitam mudar o ciclo, para uma coisa e fazer outra, outras apenas agregam a nova situação e levam junto. Como o risco maior que poderia acontecer era um aborto no iniciozinho da gravidez… e você já passou da fase… é curtir e levar adiante com a escolha de caminho que fizer. Veja nos anexos dicas que podem ajudar a decisão..

e mais da mesma fonte: (
http://www.amigasdopeito.org.br)

Amamentando dois

Algumas famílias precisam encerrar um ciclo para iniciar outro e necessitam desmamar uma criança quando engravidam novamente ou para engravidar novamente. O maior risco de abortamento durante uma gravidez em que ainda há a amamentação é o início, mais ainda quando a mãe nem sabe que está GRÁVIDA. Mas é fundamental estar alerta quando existe ameaça real de aborto com cólicas intensas e perdas sanguíneas, o que é um motivo de desmame bem indicado.

Cada família sabe como se adaptar ao novo bebê, e algumas mães “deixam“ um peito para o mais velho dos filhos e separa o outro para o novo bebê (claro que na ausência do primeiro, o bebê “tem que aliviar o peito da mãe” e acaba mamando os dois). Como o maior vai mamar menos vezes isto não costuma causar problemas. Ainda há outras que dão o peito aos dois ao mesmo tempo nas mamadas “compartilhadas” principalmente de início e final de dia.

No Brasil, ainda é forte a disseminação de outras formas de alimentação para bebês, quando a indústria, brinquedos, televisão, filmes e até mesmo livros infantis deixam de mostrar a amamentação como forma de alimentação entre os mamíferos para apresentarem uma forma artificial como regra.

Este problema torna-se mais evidente nas camadas sociais mais pobres, onde o acesso às informações corretas é mais complicado devido às inúmeras dificuldades que enfrentam.

Sabendo-se que o leite materno é alimento mais adequado, mais barato e mais indicado para o início da vida humana, e entendendo que a amamentação fortalece o vínculo das relações humanas, nós, Amigas do Peito, que vivenciamos o apoio à amamentação desde 1980, desejamos partilhar esta experiência, favorecendo a construção de uma sociedade mais favorável à amamentação. Assim nos juntamos aos muitos grupos que desde 1969 vêm trabalhando, no Brasil, com mulheres e as questões da maternidade em áreas carentes de recursos.


Abraços, Maria Lúcia Futuro Mühlbauer
Amigas do Peito


5 comentários:

Mulher e Mãe disse...

Olá,
Adorei o tema do blog!
Gostaria de entrar em contato com você. Teria um e-mail ou Twitter onde eu possa contatá-la?
Meu e-mail é: carolinacruz.ad@gmail.com
Muito obrigada!
Abraço e boas vibrações.

Jacke Gense disse...

Tainah! Tem selinho para vc lá no meu blog!

bjs

Lydia Silveira disse...

Ola, passando pra uma visitinha
Bom Fim de semana
Bjim
Lidia e Rebecca

Ministério da saúde disse...

Olá blogueiro,

Dê ao seu filho o que há de melhor. Amamente!

Quando uma mulher fica grávida, ela e todos que estão à sua volta devem se preparar pra oferecer o que há de melhor para o bebê: o leite materno.

O leite materno é o único alimento que o bebê precisa, até os seis meses. Só depois se deve começar a variar a alimentação.

A amamentação pode durar até os dois anos ou mais.



Caso se interesse na divulgação de materiais e informações sobre esse tema, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br

Obrigado pela colaboração!

Ministério da Saúde

Vanessa Figueiredo disse...

Obrigada pela informação, minha Sophia tem hoje um ano e há uma semana descobri uma nova gravidez, ela ainda mama em mim, e estava preocupada que pudesse ser prejudicial há nova gestação, mesmo assim vou desmamá-la, mas quero fazer isso aos poucos, foi bom saber que não há complicações para gravidas que amamentam!
Vanessa
http://vanessinhafigueiredo.com

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